Espectro Girl: ÆSPA. Novo grupo, novo conceito

Por Espectro Girl

ÆSPA, o novo grupo feminino de kpop formado pela SM E., conta com a presença de quatro integrantes, sendo elas 3 sul coreanas e 1 chinesa.

Karina, Giselle, Winter e Ningning, esses são os nomes do quarteto que carrega em suas costas uma proposta um tanto quanto inovadora, mas isso já era de se esperar vindo de um grupo promovido pela SM E., empresa que além de ser gigante no mercado da música sul coreana, faz com que todos os seus grupos possuam conceitos únicos e inovadores, nunca deixando a desejar em seja lá qual for.

De acordo com Lee Sooman, proprietário da empresa responsável pelo ÆSPA, “as integrantes que vivem no mundo real e as integrantes que vivem no mundo virtual vão se encontrar em um mundo intermediário, um mundo digital, onde elas se comunicam, se divertem e crescem juntas. Aespa é um novo grupo em que as integrantes do mundo real e as integrantes avatares do mundo virtual existem simultaneamente, apoiando umas às outras, e onde elas podem trabalhar juntas com essa identidade revolucionária”.

Não fez muito sentido, certo? Vamos explicar por partes.

Podemos notar que o nome já não é algo comum como Red Velvet ou Twice, começamos com um estranho “Æ” logo de cara. “Æ” deriva da junção de “avatar X experiência”, como também junta “aspecto” em sua combinação. A ideia principal do grupo é passar em uma realidade alternativa, um mundo onde existem pessoas reais e avatares, e as quatro integrantes terão que conviver simultaneamente com suas versões IA (inteligência artificial, similar aos avatares nessa situação).

Giselle, Winter, Karina e Ningning respectivamente

A ideia do grupo já foi apresentada na música de estreia delas; Black Mamba foi ao ar oficialmente dia 17 de novembro, infelizmente grande parte das visualizações vieram devido a comentários maldosos e caluniosos a respeito das integrantes, principalmente em relação a integrante Karina, que passou a receber diversos ataques pessoais e boatos a seu respeito rodando pelas redes sociais desde quando seu nome foi anunciado como parte do ÆSPA.

Vários twitteiros de plantão já deram suas opiniões comparando o grupo a uma “versão mais bomba do K/DA”, cabe agora a cada um dar uma chance para o grupo tido como um novo conceito na indústria sul-coreana e esperar para ver qual rumo esse quarteto irá tomar.

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Boatos dizem que Espectro Girl é uma I.A.

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